• Resenha O Herói Perdido de Rick Riordan

    Jason tem um problema. Piper tem um segredo. Leo leva jeito com ferramentas.

  • Resenha Maze Runner de James Dashner

    Lembre. Corra. Sobreviva.

  • Sword Art Online II - Phantom Bullet

    Nosso grande Kirito em um mundo onde as armas dominam!

  • Resenha A Seleção de Kiera Cass

    35 garotas e uma coroa.

  • Resenha O Filho de Netuno de Rick Riordan

    Percy está confuso. Hazel deveria estar morta. Frank é um desastrado.

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terça-feira, 31 de março de 2015

Resenha de Fangirl de Rainbow Rowell


~Favinha


Creio que esta resenha será bem curta, não pelo livro ser chato, mas porque não tenho muito o que dizer sobre ele.

Na minha opinião, Eleanor & Park ainda continua sendo o melhor livro da Rainbow Rowell, mas Fangirl é um tanto parecido.


Neste livro, Rowell nos apresenta a Cath e Wren, duas irmãs gêmeas idênticas com o mesmo gosto pelas histórias de Simon Snow (contarei mais sobre isso, leiam até o final).

Cath não é muito diferente de nós, vive mais dentro dos livros do que fora. Seu fascínio pelo relacionamento Yaoi criado por ela mesma, faz com que não olhe ao redor e veja o que está acontecendo com sua vida ou com as pessoas à sua volta.

Ela escreve fanfics sobre um relacionamento entre o Simon Snow e Baz. Agora vou explicar melhor isso. Imaginem que o Harry Potter tem o Draco Malfoy como colega de quarto em Hogwarts, mas substitua o Malfoy pelo Edward Cullen (seria então um vampiro arrogante e meio malvado), agora imagine eles dois flertando nas missões do Harry. Esse é o universo que faz a personagem esquecer o mundo em que vive.



Como uma universitária, ela tem suas obrigações, como estudar para provas, assistir aulas, essas coisas. Mas ela sempre encontra tempo para entrar no seu próprio mundo. E como ela é uma pessoa normal, tem seus problemas com a família.

A mãe as abandonou quando tinham 8 anos e desde então é o pai que cuida das filhas e da casa. Mas o pai se envolve muito com o emprego e tem algumas crises, e, às vezes, vai parar no hospital. No decorrer da história, a mãe volta a falar com elas, mas Cath quer distância daquela mulher, diferente da irmã Wren, que se aproxima da mãe querendo ser sua amiga. Mas, como o pai, Wren também tem seus problemas, ela bebe muito e acaba dando muitos problemas pra Cath.

Apesar de todos esses problemas na vida da personagem, ela ainda consegue ter um relacionamento com um cara incrível, que a entende, mesmo não sendo muito de leitura, adora as histórias de Cath e sempre a faz ler para ele, e, como ela, ele fecha os olhos e entra naquele mundo junto com a personagem. Bem, eu não posso falar muito sobre isso, seria spoiler demais kkkkkk

O livro tem seus momentos engraçados, mas partes cansativas. Eu particularmente não gosto quando ela começa a ler partes das fanfics ou dos livros, mas tirando isso o livro é ótimo!





terça-feira, 24 de março de 2015

Resenha Endgame - O Chamado de James Frey e Nils Johnson-Shelton


~Favinha


Acho que ler esse livro me deixou um pouco sem criatividade para escrever sobre ele, não que isso seja bom ou ruim, porque o livro é maravilhoso, mas digamos que é tão bom que me deixou sem criatividade, mas vou tentar escrever um pouco.

Só pra vocês saberem, o livro foi escrito pelo mesmo autor de “Os Legados de Lorien”, ou, para os leigos, o homem que escreveu o livro que deu origem ao filme “Eu Sou o Número 4”.

Para vocês saberem do que se trata Endgame, creio que uma mistura de Jogos Vorazes, Jogador Número 1, mas com alienígenas envolvidos esteja bem próximo... Algo como Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (:O). Sim, leitor, o livro promete muito!


Vamos às regras desse jogo: o jogador tem que ser o escolhido de sua linhagem e ter entre 13 e 20 anos.

O que seriam essas linhagens? São as linhagens dos primeiros homens que viveram na terra. Essas crianças terão que lutar entre si para salvar a sua linhagem.

A história começa com 12 meteoros caindo na terra, um para cada jogador escolhido para jogar o Endgame. Isso recebe o nome de O Chamado (que é o nome do livro). E nesses meteoros estão coordenadas que fazem os 12 adolescentes se encontrarem num mesmo lugar, onde recebem de um alienígena as regras do jogo e a primeira pista de onde está a primeira chave. 


Mas como é esse jogo? Fácil! Um jogador tem que achar três chaves que estão escondidas ao redor do mundo, e só pode haver um ganhador. Este jogador, que por sua vez ganhou o jogo, ganhará uma recompensa: ele e sua linhagem ficarão vivos quando os alienígenas destruírem a terra!


    Nome dos 12 jogadores e suas origens. Escolha um e torça por ele.

Como todos esses jogadores são treinados desde pequenos a matar e fazer coisas impossíveis, isso torna esse 'caça ao tesouro' mais interessante e não deixa você parar de ler.

O livro contém capítulos curtos e cada capítulo pertence a um jogador diferente. Cada personagem é bem singular um do outro (eu achei isso muito interessante, cada um tem suas qualidades).

Não posso contar spoiler, mas só vou dizer uma coisa: James Frey pode ser considerado um George R. R. Martin, portanto, não se apegue a nenhum personagem, apesar deles serem ótimos. E outra coisa que achei muito legal no livro, o escritor descreve com detalhes as mortes, o que facilita na hora de imaginar *--*


Uma curiosidade: o autor escondeu um caça ao tesouro dentro do livro para nós, leitores, tentarmos decifrar; e quem conseguir, ganhará US$500 mil do próprio James Frey (:OO). Claro que não será fácil, mas se você pegar o livro para ler, vai perceber certas coisas que não fazem parte da história, e sim do caça do nosso mundo. Então, boa sorte a todos!

terça-feira, 17 de março de 2015

Resenha A Menina Mais Fria de Coldtown de Holly Black

~Biju


Okay, primeiro, eu me apaixonei, a arte da capa é linda, o título parece que me diz: “Me leia, me leia!”, e eu fiquei super-pensando o que será Coldtown? Uma cidade? Um mundo? Um trocadilho? =O

As imagens que aqui seguem são uma excelente campanha publicitária, parabéns a editora!


Bem, dito isso, contarei minha experiência com o livro. Quando vi que esse livro ia lançar, que era da Holly Black, e já tinha o primeiro capítulo, eu precisava ler! Peguei imediatamente o capítulo e comecei, na hora estava conversando com a Favinha e disse que tinha encontrado um novo amor [é, saí dessa fase de me apaixonar por personagem e passei a amar um mundo literário inteiro, bem, na verdade acho que ainda me apaixono por personagens também! XD].

A primeira cena do livro está até hoje na minha cabeça, sendo que já tem muitos meses que a li pela primeira vez. No entanto, li apenas até a metade porque tive que sair ou algo assim, mas aquilo ficou comigo... O que você faria se acordasse depois de uma festa em uma banheira, de ressaca, e, de repente, você encontra todos os seus amigos mortos? Bem, foi mais ou menos aí que eu parei, até então resolvi que não queria saber a impressão de ninguém sobre o livro e guardei isso só pra mim, não li nem sequer a sinopse. Em uma segunda oportunidade retomei a leitura e então eis que surge a palavra “vampiro”, então eu pensei: “Beleza, vampiros. Eu gosto de vampiros, mas não estava esperando por isso. Por favor, que não seja mais um clichê de amor entre espécies diferentes, tinha começado tão beeeeeeeeeeeem!!”. Apenas algumas linhas depois percebi que minhas preces foram ouvidas.

Certo, chega de contar minha história, afinal, vocês querem é saber do livro, que por sinal entrou para os meus favoritos! Para quem ainda não viu, aqui vai a sinopse oficial do site da Novo Conceito:
No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros, são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair. Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown. A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.”

É, depois dessa você deve pensar que não tenho mais nada a dizer, certo? ERRADO.

Vou começar de trás pra frente.

Os agradecimentos da autora são aos clássicos de vampiros como Anne Rice e outros, o que só me atiçou mais para lê-los.

Certo, dica para leitura, as entrelinhas falam mais do que deviam! Jogue com o livro, tente adivinhar o que os personagens farão em seguida e tente descobrir o final, garanto muitos erros kkkkkkkkkkkkkk! Acompanhem o booktrailer do livro, disponível no YouTube:


E, finalmente, a resenha em si. Tana tem toda uma bagagem na sua vida de antes dos acontecimentos do livro, o que é contado em capítulos intermediários onde os pontos de vista variam; nada que atrapalhe o fluxo da história. Na verdade são bem convenientes e relativamente curtos, os capítulos contam exatamente 'aquilo' para completar as ideias que os personagens simplesmente não contam uns aos outros, e te dão uma noção de encrencas que podem surgir no decorre da história.

Enfim, a história em si foca na mal fadada Tana, que acaba tendo que salvar seu ex e um maluquinho que nenhum deles conhece. Ponto positivo para Tana: apesar de se importar em ajudar os seus mais novos companheiros, ela não é um personagem absurdamente altruísta que daria sua vida por qualquer um que estivesse no seu grupo e não tem como objetivo de vida salvar a todos, obrigada Tana!! Ainda falando dela, que possui mais habilidades do que eu previ, sua maestria em tomar decisões rápidas e certas me deixou de boca aberta. Mais uma vez obrigado por não ser daqueles personagens que se fazem de vítima, do tipo: “Ó, meu Deus, não podemos matá-lo, isso nos tornará como ele... (então alguém sofre um ataque)”.


Está bem, sou suspeita por falar isso já que prefiro quando os personagens são mais durões e não ligam muito para esse lance de alma pura e corrompida! Por falar em alma corrompida, o amigo maluquinho, Gavriel, esse sim entraria na categoria alma corrompida; não se deixe enganar, como acho que já deixei claro, esse livro não está na categoria neo-vampiros bonzinhos; Gavriel tem uma história, daquelas em que você pensa: “caramba, quanto sangue”, enquanto seus olhos se enchem de lágrimas. Cá entre nós *------* adorei ele!!


É claro que sempre tem alguém pra atrasar a protagonista, o ex mala. Aidan, ah, o que dizer sobre o cara simplesmente mais sem noção do livro? (Detalhe que apelidei o outro de maluquinho). Bem, apesar de ser um cara legal, estou em conflitos emocionais a respeito dele, acho que alguns apreciariam o relacionamento dele e da Tana antes do término. A sua participação desencadeia diversos problemas na história, apesar de em momentos ele ser o que dá esperança de certa forma para Tana. Chega do Aidan!!!!!!!


Além dos três, temos uma cidade inteira cheia de vampiros, pessoas contaminadas, fanáticos por vampiros em busca de se transformar, festas magníficas de arrepiar os cabelos, vilões que você duvidará se são amigos ou inimigos, reviravoltas chocantes, sangue e muito sangue, com uma bela pitada de romance e sangue, e claro: aventura, ação do começo ao fim, traumas psicológicos a serem superados, beijos e mordidas “calientes”, e muito mais... Já falei do sangue?


Sinceramente, recomendo para aqueles que gostam mais dos vampiros a moda antiga sem deixar de ser teen e moderno, pra mim é uma forma de unir o clássico a nossa realidade com uma pitada de distopia ;) . Detalhe, a Holly Black não é um Martin da vida, mas ela não ligou de eliminar certos personagens ou deixar você curiosíssima(o) no final com sede de mais esperando ansiosamente que ela escreva mais com a mesma qualidade e sem tornar tudo clichê. Só que não sei se terá uma continuação, na minha humilde opinião isso não vai ocorrer!! Então pra quem não curte continuações é uma excelente escolha!


terça-feira, 10 de março de 2015

Resenha de A Bússola de Ouro de Philip Pulman

~Pão de Mel

A Bússola de Ouro (Northern Lights no original)


Volume 1 da triologia As Fronteiras do Universo (His Dark Materials no original)
Philip Pullman

Já imaginou viver em um mundo onde sua própria alma caminha ao seu lado, como seu melhor amigo, tomando forma de vários animais diferentes? Um mundo onde ursos polares de armaduras são príncipes e auroras boreais são espelhos de tempos passados? A bússola de Ouro é um mundo repleto disso e de muito mais elementos fantásticos. Do gênero Fantasia / Stempunk, o livro conta a história de Lyra, uma garota de onze anos que vive na universidade de Oxford, onde seu tio é um importante historiador e pesquisador físico de partículas, e uma em especial, a quem chamam de “pó”, que dizem ser a origem dos mundos e a passagem de um universo para o outro.

Quando Roger, o melhor amigo de Lyra desaparece, e começam a surgir boatos que ele foi levado pelos “Globbers”, sequestradores de crianças que andam pelos arredores da cidade, Lyra parte em uma viagem para o Ártico com uma linda e misteriosa mulher, Sra. Coulter, amiga e contribuidora de Oxford. Porém, ao longo da viagem, Lyra descobre a adorável moça como uma mulher desprezível, e foge, descobrindo que esteve sua vida toda ao lado das pessoas erradas.

Com a ajuda de seu Deamon, que é a alma externa e por toda a vida inseparável de todas as pessoas; um urso polar de armadura celestial; e uma bússola com poderes de decifrar nossos mais estranhos desejos, Lyra vai para os reinos do Norte procurar seu amigo, e descobrir o que os Globbers fazem com as crianças que sequestram.

No meio da viagem conhece as mais diferentes pessoas, clãs de bruxas, magos e estudantes da origem da vida mais antigos do que qualquer ser vivo. Descobre a influência do “Magisterium” sobre o mundo todo, tentando cegar as pessoas sobre todos os conhecimentos sobre a existência, e também as medidas obscuras e cruéis que tomam para guardar esses segredos...

O livro é cheio de acontecimentos tristes, mas também faz o leitor dar boas risadas, é apaixonante pelo modo fácil de nos fazer enxergar que enfrentar nossos medos é importante, e muito sobre o poder de uma amizade verdadeira, mas também como as traições por pessoas tão próximas são fáceis de acontecer. Além de trazer uma filosofia de vida tão diferente de qualquer outro livro que eu já tenha lido (e olhe que são muitos kkk).

O final é surpreendente, totalmente fora do que eu e com quem conversei sobre achava que fosse, contém reviravoltas impensáveis, o que nos faz perceber em como confiamos fácil demais nas pessoas. Uma dica para ler esse livro: nunca confie em ninguém.

Ele é toda a realidade humana, no campo perfeito da fantasia.




terça-feira, 3 de março de 2015

Resenha de O Chamado do Cuco de Robert Galbraith

~Pudim 

O Chamado do Cuco - Robert Galbraith (J. K. Rowling)


Oi pessoal ^-^ eu sou a Pudim e na minha primeira resenha vou falar (escrever) sobre o livro O Chamado do Cuco. Bem, o autor nada mais é do que um pseudônimo de J. K. Rowling, essa autora incrível que reuniu milhões de fãs no mundo inteiro com a aclamada série Harry Potter. Após o término da saga a escritora busca continuar estável no campo literário, buscando novas tendências de escrita (com sucesso *-*).

O livro é um romance policial, então, quem o ler precisa distanciar-se do estilo da escritora com o qual já estava acostumado e do universo de fantasia e magia de Harry Potter. Consiste num romance policial que traz a história de Cormoran Strike, um detetive que está sem casos para resolver e morando no escritório. Após um erro de uma agência de operárias, Robin é mandada ao seu escritório como secretária, o que para ela é como um sonho uma vez que o universo da investigação lhe fascina. No mesmo dia um cliente aparece no escritório, perturbado, pedindo para Cormoran investigar o caso de Lula Landry, sua irmã (do cliente kkk) e supermodelo, supostamente suicida.

Primeiramente, o detetive não pretende ajudar, mas como necessita de dinheiro e Bristow (o cliente!) lhe oferece muito dinheiro, ele aceita o caso. O desenrolar da história é muito bem trabalhado, é o tipo de livro em que você se envolve, e a escritora fornece a quantidade certa de informação para você formular suas próprias hipóteses e suspeitas sem desvendar a trama. De repente, a cada novo personagem apresentado surge uma nova suspeita, e em meio a falsos testemunhos e dificuldades impostas, contando com a ajuda de Robin, Strike começa a descobrir a verdadeira história por trás da morte da modelo.

Será que Landry realmente foi assassinada? Será que esse não é um simples caso de suicídio e o irmão, inconformado com a perda, está apenas desequilibrado? Descubra lendo O Chamado do Cuco, livro cativante de uma das escritoras mais aclamadas da atualidade (e ela já está lançando outro, vamos com calma aí né T-T).



terça-feira, 11 de novembro de 2014

Resenha do livro A Sociedade dos Meninos Gênios de Lev AC Rosen



Por Torta de Limão

Sociedade dos Meninos Gênios - Lev AC Rosen




Primeiramente tenho que lhes dizer que este livro tem um gênero diferente do normal. Ele é um Steampunk. Mas o que seria Steampunk? Resposta: Seria uma história que se passa há muito tempo atrás, onde a evolução tecnológica (moderna) avançou mais rápido que a da nossa realidade.

Então gente, essa é minha primeira resenha e espero que vocês gostem.

Acho que todos nós que não dormimos em todas as aulas de história lembramos que, no século 19, na Europa, as questões sobre gêneros eram bastante discutidas. As mulheres eram apenas corpos delicados dentro de espartilhos, homens eram os donos da palavra e da razão e, se uma pessoa fosse considerada homossexual (no livro ele usa a palavra  "invertida"), poderia até mesmo ser presa. E é disso que se trata “Sociedade dos Meninos Gênios”, um livro não muito conhecido, mas que encanta todos que o leem.

O livro se passa em Londres e toda sua trama gira em torno de Violet Adams, uma garota espirituosa e genial, que sonha entrar na melhor faculdade existente até então: Illyria. Porém, uma coisa a impede de realizar seu sonho, a faculdade aceita somente alunos homens, pois mulheres nunca poderiam ser inteligentes o suficiente ou até mesmo dignas de tal escola. Mas nada disso impede Violet. Enquanto o pai vai para a América, ela se inscreve para ser admitida na escola utilizando o nome de seu irmão gêmeo, Ashton, e passa a se empenhar em se vestir, agir e falar como um homem.

Muita coisa acontece durante todo o livro. Violet faz vários amigos e diversas vezes pensa em contar seu segredo à todos, mas seu amor à mecânica é maior. Só não maior do que o seu indesejado, porém incontrolável, interesse no belo e elegante Duque de Illyria, Ernest.
Amores inesperados e alguns até mesmo incorrespondidos, coelhos falantes e autômatos assassinos constituem essa história marcante que te fará pensar no por que as mulheres eram tão subjugadas quando eram visivelmente tão capazes quanto os homens de praticar a ciência.

Mas você deve estar se perguntando “porque o nome 'Sociedade dos Meninos Gênios'?” Bom, somente lendo o livro pra descobrir.


P.S.: Um dos livros preferidos da Favinha.


O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams

By Morango e um pouquinho de intromissão da Biju


O Guia do Mochileiro das Galáxias recomenda que em casos de emergências "NÃO ENTRE EM PÂNICO", o que para Arthur Dent foi uma das palavras mais reconfortantes nos últimos dias.

"O Guia do Mochileiro das Galáxias" é o primeiro livro de uma série escrita por Douglas Adams, que nos conta as aventuras interestelares do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. Eles escapam da destruição da Terra "pegando carona" em uma nave alienígena, graças aos conhecimentos abrangentes de Prefect. Que por acaso é um E.T que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisas de campo para a adaptação de informações da mais nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, que é o melhor guia de viagens interplanetário. (E que na minha opinião digamos que o Guia é mais ou menos uma mistura de Wikipédia, Capricho, Veja, Brasil Escola, etc... ou seja, quase um Google sobre o universo. Mas sem compras no eBay).

Douglas Adams é muito conhecido por ser um mestre da sátira literária, além de criar personagens inesquecíveis e situações um tanto estranhas e complexas. Ele adora debochar da democracia, políticos, da "alta cultura", de desempregados, do McDonald's, entre outras coisas. O livro trata da busca incessante do sentido da vida e não só tira umas boas gargalhadas como também nos faz pensar.

Então vamos pegar nossas mochilas com os principais materiais, como a toalha, e fazer uma viagem interplanetária através do Universo e descobrir tantas coisas que pareciam impossíveis?! Ah claro, e não esqueça o seu Guia do Mochileiro das Galáxias.

Como todo clássico, o livro possui mais de uma capa aqui no Brasil e foi traduzido para mais de trinta idiomas.


E em 2005 foi agraciado com o filme homônimo dirigido por Garth Jennings. Segue o trailer para os curiosos. Há controvérsias entre o filme e o livro, sendo que pelo que fiquei sabendo, o livro é melhor, mas normalmente é assim mesmo.


Cometem aí o que acharam do livro e do filme!!
Agradecimento especial a querida amiga que viu o filme e me deu sua opinião para ser postada. Valeu (amiga que não será nomeada porque não colocamos nossos nome no blog).


Resenha do livro A Menina que Roubava Livros de Markus Zusak


Por Panqueca Azul

A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak.

Bom, antes de começar, uma observação: “ Quando a Morte conta uma história, é melhor parar para ouví-la.”



Um cumprimento cordial, a Morte se apresenta. Como uma simples humana pôde escapar-lhe? E, bom, aquela não seria a única vez. Essa humana é Liesel Meminger, nossa pequena ladra de livros, que ainda não aprendeu a ler, mas que terá uma afeição muito grande por livros e a necessidade de tê-los (assim como nós kkkk).


E, bom, irei lhes apresentar Rudy Steiner, fã do corredor americano Jesse Owens, um alemãozinho com cabelos cor de limão e olhos incrivelmente azuis, que será cúmplice da ladra de livros em vários de seus furtos e que tenta, hum, insistentemente beijá-la.
Poderia apresentar-lhes também a rua Himmel, a arte de dizer saumensch, a mulher de punhos de ferro e o homem de bom coração, mas não, nossa gentil narradora, a Morte, sabe dizer isso bem melhor que eu.


Bom, sem mais delongas, vamos à história:
Liesel é adotada pelos Hubberman, um casal que vive numa cidade no subúrbio da Alemanha, e vive na Rua Himmel, seu histórico de ladra de livro começa no dia da morte de seu irmão, no cemitério ela rouba seu primeiro livro.
Durante as primeiras noites na casa dos pais adotivos ela é perturbada por pesadelos, a nova mãe não tem tanta paciência, mas o pai, um pintor de muito bom coração, a partir de então fica com ela todas as noites até o amanhecer.
Os anos passam, mas a situação para os Hubberman não melhora, o Sr. Hubberman não consegue entrar no partido nazista, então, quase nunca aparece trabalho. A Sra. Hubberman lava e passa roupas para pessoas que têm melhores condições para ajudar a trazer algum alimento para casa.
Mas os problemas dos Hubberman estão longe de acabarem, por causa de uma promessa feita muitos anos antes, o judeu Max, vai morar com eles (sim, em plena ditadura nazista!), eles têm que manter tudo no mais absoluto sigilo, e passam um enorme apuro quando membros do partido nazista vão verificar se o porão, lugar onde Max fica escondido, é fundo o suficiente para abrigar pessoas quando houver alarmes de ataque.
Bom, não posso escrever mais, eu acabaria dando alguns spoilers, e isso não é legal.
Obs.: Os furtos da ladra de livros continuam, na biblioteca da casa do prefeito, na fogueira em comemoração ao aniversário do Führer..., e sim, Liesel Meminger terá outros encontros com a Morte, mas como eu havia dito, nossa gentil narradora que ama cores, a Morte, narra muito melhor que eu. ;)

A raça superior, a perseguição à raça judia e o refúgio de um “inferior” em sua nova casa, um ataque sem aviso e o fim de tudo.

O ano de início?
1939.

O cenário?
Uma Alemanha tomada e alienada pelo partido nazista, e o início da Segunda Guerra Mundial.
Heil Hitler!


O filme estreou no cinema em 2013. Vale a pena conferir. Tanto o livro quanto o filme são incríveis.






O Oceano no Fim do Caminho de Neil Gaiman


By Pão de Mel


Bom, essa é a minha primeira resenha, de um autor maravilhoso e com uma das maiores criatividades que eu já vi na vida, espero conseguir passar aqui o quão fantástico esse livro é. Espero que gostem.

Já preciso começar dizendo que o personagem principal não diz seu nome durante todo o livro, o que algumas pessoas podem achar estranho, mas isso deixa bem mais fácil de se colocar no lugar desse personagem e entender o medo que ele passou durante a história. Bom, vamos lá:

O livro conta a história do nosso amigo sem nome de 7 anos, que vive com os pais e a irmã mais nova em Sussex, interior da Inglaterra. Com alguns problemas financeiros, os pais decidem alugar um quarto da casa, assim, nosso personagem principal é obrigado a dividir o quarto com a irmã. Um dos inquilinos da casa, conhecido como “O minerador de Opalas”, que é viciado em jogo, perde o dinheiro dos amigos e se mata no carro da família.

Quando esse minerador se mata, ele desperta um ser que vive no limite da fazenda Hempstock, habitada por três mulheres; Lettie Hempstock, a Senhora Hempstock, e a Velha Senhora Hempstock. E o personagem principal, ao ir com o pai encontrar o carro que fora usado pelo minerador de Opala, fica nessa fazenda durante o tempo em que o pai fala com a polícia, e nota que as mulheres comentam do morto como se pudessem ver seu espírito, mas como todo bom menino tímido, não questiona. De volta em casa, começa a ter pesadelos horríveis, e algumas consequências desses pesadelos... Ao encontrar com sua nova amiga Lettie e contar o ocorrido, ela o leva nos limites da fazenda, dizendo que “vão fazer adormecer quem anda causando esses problemas”.

Quando chegam no local descrito por Lettie, que o faz de uma maneira extremamente mágica, mas não usando magia, sim, isso mesmo kkk, pois as Hempstock acham magia uma coisa muito “comum”. Uma lona velha e cinza cria vida, dizendo ser a coisa, ou demônio, ou qualquer outro nome que possa ser descrito, que mata as pessoas com que elas mais almejam, para serem felizes. Enquanto Lettie tenta fazer o demônio dormir novamente, o menino se solta, ficando vulnerável ao monstro, que se aloja dentro dele. E ao longo disso a trama gira.

Não é possível contar mais, ou recorrerei a spoilers kk, mas é um livro que envolve seres fantásticos e abomináveis, campinas de céu alaranjado e bosques que cheiram a mel.

É preciso dizer que esse livro se trata de como superar perdas, nos faz pensar em um jeito diferente de lembrar da infância, dos nossos maiores medos. Até pensei que no começo se tratava das coisas vistas aos olhos de uma criança, mas o autor consegue puxar o leitor pra dentro da fantasia, não sabendo se é tudo real ou não, se os elementos fantásticos da história conseguiram mesmo ultrapassar a linha entre ficção e realidade e se formar nos nossos maiores medos, nos fazendo ser crianças de novo. Se pudesse compará-lo a algum, compararia com as Cronicas de Nárnia, pela fantasia sem limites.

Nostalgia, esquecimento e lembrança, esse livro resgata a infância, a sensação de conforto de quando tudo muda e nós encontramos algo antigo no caminho. Falando em caminho, vamos ao título : “O Oceano no Fim do Caminho”, só posso dizer, que hora lago, hora oceano, ele “tem o tamanho que precisa ter.” e ele “é o que ele é”. Ele, é a criação de tudo.


domingo, 7 de setembro de 2014

Sinopse Oficial de Lady Midnight 1º livro da trilogia The Dark Artifices de Cassandra Clare


Sinopse Oficial de A Dama da Meia Noite, tradução livre do original Lady Midnight; primeiro livro da nova trilogia da Cassandra Clare no universo Shadowhunter, que será lançada provavelmente ano que vem lá fora, aqui quem sabe?? A capa oficial ainda não foi confirmada, mas as fan arts estão rolando soltas...



Los Angeles. Faz cinco anos desde os acontecimentos de Os Instrumentos Mortais, quando os Nephilim chegaram à beira de seu próprio esquecimento, e a Caçadora de Sombras Emma Castairs perdera seus pais. Após o sangue e a violência que presenciara quando era criança, Emma dedicou sua vida à descobrir exatamente o que matara seus pais, e em conseguir sua vingança.

Criada no Instituto de Los Angeles com a família Blackthorn, Emma se tornou parabatai de seu melhor amigo, Julian Blackthorn. Uma série de assassinatos na cidade chama sua atenção - eles parecem ter muitas características semelhantes com a morte de seus pais. Poderia o assassino ser a mesma pessoa? E sua atenção não é a única a ser voltada para isso: alguém também está matando seres do Submundo. O Povo das Fadas fazem um trato com o Instituto: Se os Blackthorns e Emma investigarem as mortes, eles retornarão Mark Blackthorn à seu lar. O problema: eles têm apenas duas semanas para encontrar o assassino. Caso contrário, será uma guerra declarada entre as Fadas e os Nephilim.

Os Caçadores de Sombras do Instituto devem correr contra o tempo para encontrar o assassino, mesmo quando começam a suspeitar do envolvimento dos mais próximos a eles. Ao mesmo tempo, Emma está se apaixonando pela única pessoa no mundo que ela é proibida de amar pela Lei dos Caçadores de Sombras. Acontecendo no brilhante pano de fundo que é Los Angeles dos dias atuais, Emma deve aprender a confiar em sua mente e em seu coração, enquanto investiga esse enredo demoníaco que se espalha desde as boates, conduzidas por feiticeiros na Sunset Strip, até o mar encantado que banha as praias de Santa Mônica.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Resenha Quem é você, Alasca? de John Green


By Favinha

Quem quer saber quais foram as ultimas palavras do presidente Kennedy? Ou quem sabe, a capital da Serra Leoa? Creio que esse tipo de curiosidade atraia um publico um tanto singular, mas para mim é um tanto interessantemente inútil (kkkkk).




Primeiramente, tenho que lhes avisar que os capítulos são uma espécie de contagem regressiva, então, eu vos peço para não olhar o final dessa contagem (eu fiz isso e não gostei nada).
A história começa com Miles, conhecido como Gordo (por seu físico ser um tanto esquelético), indo para um colégio interno para pessoas ricas, mas algumas conseguem bolsa. E com isso há uma rixa entre os ricos e os bolsistas, o que desencadeia uma série de confusões para Miles e seus amigos.
No primeiro dia na nova escola, Gordo conhece seu companheiro de quarto Coronel, um garoto baixinho, mas bem musculoso que lhe apresenta Alasca que, segundo as palavras de Miles, “é a garota mais linda que ele já vira”.
Alasca tem uma forma de pensar diferente das outras pessoas, o que deixa Miles intrigado. Ele tenta entender a cabeça dela,mas Alasca dificulta, sendo grossa em certos momentos, ou sendo amiga em outros. e o defender nas aulas do professor mais chato
Alasca vira sua amiga, arranjando uma namorada para ele, o defendendo nas aulas do professor mais chato, o ajudando com alguns problemas e até levando a culpa numa pegadinha. Mas mesmo assim ela não deixa ele se aproximar muito.
Não posso contar mais, me desculpem. Mas por favor, não comparem este livro com A Culpa é das Estrelas, porque na minha humilde opinião, ACEDE é um pouco diferente do padrão John Green em certos aspectos, mas, é bem triste do mesmo jeitinho ^^’
Quem é você, Alasca? não é um livro romântico, lembrem-se disso. É mais uma historia de amizade e superação de perdas, o que tornou esse livro muito triste.







quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Resenha O Filho de Netuno de Rick Riordan

~Favinha


Diferentemente da resenha que fiz de O Herói Perdido, acredito que vocês já tenham lido todos os livros do Percy Jackson até aqui, então não ficarei relembrando acontecimentos passados.

Está aventura se passa depois de Jason e seus amigos retornarem da missão, mas este livro não necessariamente, precisa do O Herói Perdido para entender, por ser uma aventura paralela a de Jason.

Uhuulll \o/ Percy voltou, mas dessa vez muito distante do Acampamento Meio-Sangue e de seus amigos, e sem memória, apenas com a lembrança de uma garota chamada Annabeth.

Tudo começa com Percy fugindo de duas gorgonas e encontrando, no meio de uma floresta, uma senhora muito velha vestindo roupas sujas de terra (muito conhecida para quem leu o livro anterior) que lhe faz uma proposta um tanto irrecusável. Como trato, ele tem que a ajudar a fugir, carregando-a nas costas. Passam então, por duas pessoas vestidas de trajes de luta, com elmos e arco-e-flechas. Um era alto e meio gordo, a outra tinha a pele morena e era pequena e magrinha. Ao verem Percy sendo perseguido, o ajudam a lutar contra as gorgonas. Após Percy usar seu dom com a água e deixar bem claro que era filho de um deus, eles se apresentaram, o alto era Frank e a baixinha morena era Hazel, e então a senhora desapareceu, restando apenas os três no meio da floresta. Frank e Hazel o levaram para conhecer o Acampamento Jupiter, onde é o lar dos filhos dos deuses romanos (:O) e conversar com a pretora (um tipo de líder entre os romanos). Mas no acampamento Jupiter, o sistema é diferente do outro acampamento, fazendo Percy correr certo perigo por ser grego e filho de Poseidon.

Para esclarecer, gregos e romanos são rivais a muito tempo. E para não ter guerra entre os acampamentos, nenhum campista, tanto do grego como do romano, sabia da existência um do outro.
Como um típico livro do Tio Rick, eles recebem uma missão (de uma forma nada convencional kkkk), e partem para uma perigosa aventura. Revelando segredos e mistérios do passado sombrio de Hazel e de Frank.

Nesta aventura encontraram monstros, gigantes, deuses e algumas criaturas querendo a cabeça de Percy (pra variar kkk) e outras muito fofas (*--*).

O livro é beeem engraçado, como sempre o Percy garante muitas risadas, muita aventura e emoção, personagens novos, e confesso que fiquei muito surpresa com o poder escondido e nada comum de Frank.

OBS: Como eu (Favinha) li este livro quando já havia lançado a continuação, não me importei com o final surpreendente (ponto onde este livro se junta ao anterior). Mas a Biju, que leu quando lançou, não curtiu a idéia de ter de esperar para saber o que acontece.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Resenha Sussurro de Becca Fitzpatrick

By Biju

Hush, Hush

Sussurro.

Patch. S2 *¬*

Ok! Estou me adiantando muito.  Primeiro, se você pretende ler essa coleção dica, NUNCA pule o prólogo!! Depois do meu sutil aviso vamos ao prólogo. Sussurro começa nos mostrando a realidade da história [quando digo realidade, quero dizer o mundo que a autora inventou, entendam ;) ] um mundo onde existem anjos caídos e nephilim, que são meio anjos e meio humanos. Nesse mundo os Nephilim são forçados a jurar fidelidade aos anjos e emprestarem seus corpos por uma semana uma vez ao ano. [ok, bizarro].

Certo, agora a história propriamente dita [detalhe, não pensem que o prólogo não tem nada a ver! Eu já avisei hein]. Somos apresentados a Nora Gray e Vee Sky em sua aula de biologia sobre reprodução humana [e o palco está sendo armado pra situações constrangedoras], tudo vai indo normalmente até que o professor, que também é o treinador, resolve fazer uma troca de lugares e Nora acaba sentada ao lado de Patch Cipriano [respire fundo e prossiga]. Nora não gosta da nova situação já que seu novo parceiro parece saber muito sobre ela e a fórmula exata pra deixa-la constrangida. [certo agora tenho que me controlar para essa resenha não virar um spoiler ambulante]

No desenrolar da história, Nora passa a interagir com Patch, a princípio a força, e precisa, literalmente, ir atrás dele para fazer seu trabalho escolar, mas é claro que ele tem outros planos, utilizando de seu irresistível charme ele consegue atrai-la para um louco relacionamento bem ao estilo BAD BOY. Em paralelo a esse lado da sua vida, Nora se vê em situações estranhas e perigosas, alguém a está perseguindo, a polícia não acredita mais nela, ela não sabe mais em quem confiar.


Becca Fitzpatrick estreou de maneira espetacular na minha humilde opinião. Esse livro tem mistério, romance, pegação, adrenalina e, segundo minha mãe, até dá medo! (.-.) E, claro, tem o Patch, ai Patch S2 S2. Enfim, eu sinceramente recomendo a todos que já curtem livros com anjos, pra quem curte romance, sobrenatural, suspense e pra quem quer mais um Bad Boy pra coleção de namorados fictícios em potencial. Ah, detalhe, nós aqui do blog temos visto vários garotos no transporte publico lendo esse livro! \o/ aeeee. Então meninos, comentem ai o que vocês estão achando, marquem seus amigos que leram!!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Intrínseca divulga data de lançamento The Revenge of Seven de Pittcus Lore

~Biju



Geeeeeeeeeeeeeeeeeeente uma das minha series preferidas Os Legados de Lorien, série que deu origem ao filme Eu Sou o Número 4, terá seu quinto volume lançado em novembro segundo a Editora Intrínseca chamado The Revenge of Seven (título ainda não traduzido).

Além dessa esperada notícia (peguem suas agendas Fã de Pittacus Lore) em agosto sai em E-book Os Legados do Número Cinco, em setembro De volta a Paradise e em novembro A traição do Número Cinco.

Em breve postarei uma resenha dos livros da série, aguardem!!

For more: http://www.intrinseca.com.br/blogdasseries/2014/07/o-retorno-da-garde-de-lorien/

Resenha Estilhaça-me de Tahereh Mafi

~Biju

Hi people! o/

Estou trazendo aqui, atendendo a um pedido, a resenha de Estilhaça-me (Shatter-me no original), que a Editora Novo Conceito teve a gentileza de me enviar as jackets dos dois primeiros volumes da série (*---*)

Estilhaça-me foi a estreia genial de Tahereh Mafi, com uma escrita pouco convencional. Mafi nos apresenta Juliette (ok, quando vi o verso desse livro com as frases riscadas imaginei que a personagem era doida) que não tem contato com pessoas há 264 dias, vive em uma cela em uma espécie bizarra de manicômio. Presa por ter poderes que ninguém compreende.

Quando de repente Juliette é avisada que ganhará um colega de quarto (isso mesmo, eu disse UM colega de quarto). Adam. Um garoto jovem, bonito, atraente com quem finalmente poderia conversar e formar uma amizade, se não fosse pelo fato de que ela não pode tocar em ninguém sem causar uma dor terrível e até morte! O.o

Certo, é aqui que nos perguntamos, se ela não pode tocar em ninguém, esse livro vai ter romance? Acalmem-se românticas de plantão! Esse livro é para todos os gostos. Por mais estranho que pareça à Juliette, ela descobre que pode tocar em Adam sem machucá-lo (posso ouvir daqui pessoas gritando “clichê”, mas vai por mim, esse livro não é clichê, longe disso, a história foi bem original na minha humilde opinião).

Como uma boa distopia, somos apresentados a uma realidade diferente da que vivemos hoje. Em seu mundo, as pessoas são agrupadas e vivem em contêineres, tem a alimentação regulada pelo governo autoritário e cruel. Onde os lideres são tiranos cruéis que controlam o mundo com mãos de ferro. E Warner é um deles. Certo, e onde nossos personagens entram nisso tudo?

Acontece que Adam foi enviado pra buscá-la e levá-la para Warner (pausa para o suspiro S2, bad boy na parada... desculpe, tenho uma queda por ele desde que li esse livro), Warner é líder do Setor 45, o todo poderoso comandante das forças militares da região. Juliette e Warner desenvolvem um relacionamento um tanto estranho, já que ele tem uma proposta um tanto inusitada para ela (não fiquem pensando besteira hein?). E Adam fica encarregado da proteção de Juliette, o que lhes permite um tempo a mais a sós. Ò.Ó
Os dois vão se envolvendo no decorrer dos capítulos dando oportunidade de ela conhecer novidades no relacionamento com diversas pessoas, assim como sentimentos que nunca foram dirigidos a ela. A história prossegue em um ritmo bom, as coisas são explicadas nos momentos certos e descobrimos esse mundo junto com a personagem.

Outros personagens aparecem no decorrer da história, como Kenji e o pequeno James, mas como sua participação não é tão grande, e são spoilers, vou falar mais deles nas próximas resenhas da série.
Dado o gostinho da história vou falar sobre a escrita que deve ser destacada. Mafi escreveu em primeira pessoa do ponto de vista de Juliette o tempo todo (cá entre nós eu prefiro assim), o diferencial é que temos um narrador-personagem que passou quase um ano sem relacionamentos humanos, ou de qualquer tipo, contando uma historia de autodescoberta,então temos capítulos em que ela repete exatamente a mesma frase o.0 (sim, parece loucura, mas funciona maravilhosamente bem).

Minha opinião? Super-recomendo o livro, é um dos que eu mais gostei, ao contrário da grande maioria das trilogias, gostei de todos os três livros e fiquei grata por acompanhar o crescimento dos personagens. Gostei das metáforas. Recomendo para quem gosta de romance, aventura, superpoderes, fãs de distopias, pra quem simplesmente quer fugir da realidade e entrar de cabeça em uma totalmente nova e envolvente. Detalhe, o final do livro me tirou o fôlego quando li. Atiçou minha curiosidade e me deixou desesperada pela continuação Liberta-me.
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